quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Fiscalização da Vara da Infância e Juventude de Santana alcança 50 famílias e nove embarcações no período do Círio de Nazaré

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A Vara da Infância e Juventude da Comarca de Santana, por intermédio de sua Central de Proteção à Infância e à Juventude, realizou fiscalizações nos portos do município no período do Círio de Nazaré. A Juíza titular da Vara, Larissa Noronha Antunes, firmou parceria com Capitania dos Portos/Marinha do Brasil, Conselho Tutelar Municipal e Procon, por ocasião dos festejos nos dias 03, 04, 05 e 07 de outubro.
A equipe interinstitucional desenvolveu atividades consistentes na fiscalização das embarcações visando, dentre outras finalidades, coibir a participação de crianças e adolescentes no evento sem a regular companhia de seus pais ou responsáveis. Para efetivo cumprimento da ação, foi emitida a Ordem de Operação nº 18/2017, pela juíza Titular da Vara.
FISCALIZA 14Vendas de passagens e transportes de crianças e adolescentes para regiões contíguas à Comarca de Santana foram um dos alvos da operação. A medida tem o objetivo de evitar a proliferação da prostituição infantil e o consumo de bebidas alcoólicas no interior das embarcações.
Segundo o Coordenador da Central de Proteção à infância e à Juventude, Lauro Paula da Luz, foram realizadas três notificações em desfavor das embarcações, por descumprimentos dos artigos 83, 84 e 85 do Estatuto da Criança e do Adolescente, que estabelecem: nenhuma criança poderá viajar para fora da comarca onde reside desacompanhada dos pais ou responsável sem expressa autorização judicial e demais especificações acerca de autorização de viagens de menores.
FISCALIZA 3 Houve constatação de irregularidades quanto ao transporte de jovens com menos 18 anos envolvendo três famílias, sem terem sido observadas as ordens de emissão dos alvarás. Além da ausência de autorização, os jovens não portavam documentos de identificação pessoal.
 As operações alcançaram um total de 50 famílias e nove embarcações, nos portos do Grego, Souza Mar e Igarapé de Fortaleza. A Juíza Larissa Noronha afirmou que as fiscalizações preventivas continuarão acompanhando as viagens envolvendo crianças e adolescentes para fora do Estado, inclusive com a realização de campanha preventiva, onde serão concedidos informativos aos proprietários de embarcações, aos pontos de vendas de passagem e a passageiros.

FONTES: TJAP

CONHEÇA A HISTORIA DE SERRA DO NAVIO - AP


Foto: Serra do Navio - Amapá

  A história da Lagoa Azul se mistura à criação da Serra do Navio e à atividade de exploração na década de 1950
A Amazônia é conhecida pelos rios, igarapés e cachoeiras. Mas, a maioria das pessoas nem imaginam que aqui existam lagoas de águas azul turquesa. A 208 quilômetros de Macapá, capital do Amapá, fica a Lagoa Azul, um paraíso que nasceu de uma mina abandonada. O lugar fica próximo à Vila Serra do Navio, cidade criada na década de 1950 para abrigar os trabalhadores de uma empresa de mineração.

 

A lagoa azul e o passado da história da Serra do Navio estão entrelaçados. De acordo com a prefeitura da cidade, a cor marcante da lagoa, em tom azul anil, acontece por conta dos minérios da região especialmente o carbonato de manganês. O lugar era uma mineração. Hoje é possível chegar até lá através de trilhas ou de carro. A região é cercada por uma floresta tropical.
O geólogo responsável pela perfuração da lagoa o Dr. Luiz Fabiano Laranjeira disse que é um mito a ideia de que a água é contaminada e imprópria para banho. De acordo com o geólogo, o que é encontrado na lagoa é grande concentração de sulfato e cloro, o que explica a coloração de águas que oscilam entre azul um turquesa e verde-água, o que nos dá a sensação de termos uma piscina natural tratada o tempo todo.


A lagoa possui aproximadamente 18 metros de profundidade e não possui nem peixes, nem outros seres comuns em lagoas. Novamente o geólogo explica: “o cloro torna o ph da água ácido. Isso não permite desenvolvimento de matéria orgânica, mas não as torna impróprias para banho”.
Quem aconselha a visita é Milena Sarge, praticante de stand up paddle. Ela utiliza a lagoa para praticar o esporte. "Eu adoro a lagoa azul. Acho paradisíaco, sei que ela é fruto de exploração, mas a natureza foi moldando. E lá é um ambiente tão agradável, transmite paz", disse Milena.


A História da Serra do Navio remonta aos anos 1950. A região era rica em manganês e outros minérios. Por isso, a empresa Indústria e Comércio de Minério (Icomi) resolveu construir uma cidade que pudesse abrigar seus empregados. 
Ela de fato não é uma cidade tradicional


O primeiro relato da presença de manganês no estado do Amapá veio de um relato do engenheiro Josalfredo Borges, a serviço do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), em local indefinido às margens do rio Amapari. A mineração seria a base da economia e do desenvolvimento do território, ao invés da pesca e dos produtos tradicionais de extração, como a borracha ou a castanha. Em 1945, ele ofereceu um prêmio em dinheiro para quem fornecesse informações que levassem à identificação de depósitos de minério de ferro. Um comerciante ribeirinho chamado Mário Cruz levou pessoalmente ao interventor algumas pedras escuras e pesadas, que usara como lastro para seu barco, em busca da recompensa prometida. O material foi analisado na sede do DNPM no Rio de Janeiro, pelo engenheiro Glycon de Paiva, que constatou tratar-se de manganês de teor elevado.



O mesmo engenheiro foi à Serra do Navio analisar os depósitos e concluiu haver grande viabilidade comercial, mas recomendou que a exploração fosse feita por uma concessão única, que assim teria mais competitividade no mercado internacional. O interventor aceitou a recomendação de Paiva e convenceu o então presidente Gaspar Dutra a criar, por meio do decreto-lei 9.858/46, uma área de reserva nacional englobando todo o depósito de manganês e conferindo ao território a competência para prospectar e explorar, por meio de concessão. A brasileira ICOMI, com sede em Belo Horizonte e atuação em Minas Gerais, foi escolhida para explorar o minério.


Além da área de exploração, foi concedida à empresa uma área adicional de 2.300 hectares para a construção de instalações industriais e estações ferroviárias, além de uma vila operária, que daria origem à cidade de Serra do Navio e à vila dos trabalhadores do porto e da ferrovia, que começaram a ser construídas em janeiro de 1957 e ficaram prontas em 1959. Cada vila tinha 330 casas, alojamentos coletivos para solteiros, temporários e visitantes, e prédios coletivos (escolas, hospitais, refeitórios), abrigando até 1.500 pessoas, entre trabalhadores e familiares. A Vila de Serra do Navio foi dotada de ruas largas, postes de concreto para a fiação elétrica e telefônica, calçadas, parques, clubes com piscina, quadras esportivas, restaurante e lanchonete, drenagem de águas das chuvas e tratamento de água e esgoto. Todas as casas tinham mais de 90m² e contavam com saneamento e energia elétrica, proveniente de geradores da ICOMI. No entanto, a reserva esgotou antes do tempo previsto e a empresa deixou o local. Com a saída definitiva da ICOMI e após a instalação do município, a sede passou a ser administrada pela prefeitura, e a administração da cidade tornou-se mais eficiente.


População estimada 2016 (1) - 5.025
Área da unidade territorial 2015 (km²) - 7.713,046
Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 0,56
Código do Município 1600055
Gentílico - serranavienses
Altitude 148,5 m

ORIGEM DO NOME DA CIDADE DE SERRA DO NAVIO, AP
Segundo os antigos moradores, que o rio que passa em frente à cidade, se observado via área, possui a forma de um navio.


Gentílico: serranavienses

HISTÓRICO DA CIDADE DE SERRA DO NAVIO, AP
Desmembrado do município de Macapá, Serra do Navio foi chamado inicialmente de Água Branca do Amapari e, posteriormente, Serra do Navio. 
Surgiu da necessidade de abrigar o contingente de moradores da periferia da Vila Operária da Icomi, com a finalidade de fomentar atividade agrícola de subsistência. 
Construída em plena floresta amazônica no final da década de 50 para início dos anos 60, planejada pelo arquiteto Oswaldo Bratke, a Serra do Navio configurou-se como uma verdadeira cidade de padrões modernos, com infraestrutura de saneamento básico, água tratada, energia elétrica, residências confortáveis, aliada a uma completa rede de atendimento sócio-cultural: escolas, hospital, cinema, áreas esportivas e recreativas dentre outras, tudo isto, sendo oferecido aos seus funcionários e dependentes, sob a administração da Industria de Comércio e Mineração - ICOMI. A Vila de Serra do Navio permaneceu com este aspecto de cidade-empresa até a autonomia político-administrativa, conquistada a 1º de maio de 1992.



A Vila de Serra do Navio foi tombada pelo IPHAN como Patrimônio Histórico nacional em 2012.
Uma curiosidade que pode explicar o nome da cidade é, segundo os antigos moradores, que o rio que passa em frente à cidade, se observado via área, possui a forma de um navio.
De acordo com dados do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) a empresa começou um projeto ambicioso de implantação - nos moldes de muitas vilas que surgiram na Inglaterra durante a Revolução Industrial - de uma Company Town. Tratava-se de uma cidade dirigida e controlada por uma empresa, cuja economia era ligada a uma só atividade empresarial.


A cidade foi projetada pelo arquiteto brasileiro Oswaldo Arthur Bratke para abrigar os trabalhadores da Icomi. Bratke escolheu, pessoalmente, o lugar de implantação - a Serra do Navio - em uma região localizada entre os rios Araguari e Amapari. Ele também programou áreas de expansão futura da vila, projetando-as integradas ao traçado e ao sistema viário. Concebeu o projeto para uma cidade completa e autossuficiente, uma experiência precursora na Amazônia.
A experiência em Serra do Navio atraiu brasileiros de todos os estados, que se instalaram no Amapá. Entretanto, a reserva de minério se esgotou antes do previsto e a Icomi deixou a região no final da década de 1990. Em maio de 1992, a vila passou a ser sede do município de Serra do Navio.


A Lagoa Azul é uma das atrações mais visitadas na Serra do Navio, e é própria para um banho rápido. A cor azul anil é dada por conta dos minérios da região.
Serra do Navio desperta para o turismo - Ela de fato não é uma cidade tradicional. Para começar, Serra do Navio tem apenas 10 anos. Antes, ainda na condição de vila, foi organizada de forma metódica: as casas são todas coladas e iguais, formando blocos idênticos. Escolas, mercados e lojas seguem a mesma estrutura, nada com muita cor. À noite, a iluminação pública é pouca, só não é menor que o número de estabelecimentos que se vê aberto e de gente circulando pelas ruas. Até parece uma prima brasileira da obscura ilha de Lost.


Toda sua peculiaridade, porém, tem explicação. Localizada a 210 quilômetros de Macapá, na região central do Estado - portanto, área rica em manganês -, foi pensada e administrada pela Indústria e Comércio de Minérios S.A. (conhecida como Icomi) durante os quase 50 anos em que a empresa ficou por ali. Com este modelo de organização, cumpria muito bem a função de "cama e mesa" dos trabalhadores. Ninguém precisava sair de lá para nada - até médicos especialistas eram levados em casos graves - e uma sirene diária com função de toque de recolher mantinha a eficiência laboral.


Agora, quase 15 anos depois que a companhia deixou o local, há um esforço para que sua feição industrial ceda espaço para outras vertentes, e Serra do Navio começa a despertar para outras potencialidade. O turismo, por exemplo.
Famílias inteiras da capital já têm a cidade como opção para um fim de semana de descanso ou destino para feriados prolongados. Pela distância razoável, infraestrutura básica - há algumas pousadas, mas nada que fuja do básico, e áreas para camping -, mas sobretudo por sua beleza natural.


Trilhas pela mata nativa que contam com poços e quedas d’água pelo caminho são opção de passeio no Parque Municipal do Canção. Outras atrações dependem de sua sorte: pássaros coloridos e tucanos são comuns ali. Assim como o beija-flor-brilho-de-fogo, grande e avermelhado, exclusivo da região.
Pedindo informação, é possível encontrar o parque sozinho. Porém, um guia é opção mais recomendada, e a instrução para chegar até um é simples assim: vá na prefeitura e procure o Janildo Almeida, secretário de turismo. Deixe o resto por conta dele.


No verão ou no inverno, a sensação de abafamento ganha alívio nas cachoeiras. Para alcançar a da Pedra Preta é preciso pegar um barquinho (cobra-se R$ 20 pelo trajeto) e em dez minutos se chega lá. árvores centenárias, com troncos e raízes gigantes, dão graça à panorâmica. O mesmo barco leva até a do Capivara, que durante o verão (época da seca) ganha altura impressionante. A distância, porém, é considerável: são 2 horas navegando.


Com profundidade de até 80 metros, a Lagoa Azul convida para um mergulho, antes ou depois do piquenique. Sua coloração entre o azul-turquesa e o verde-água, em meio à sempre barrenta água dos rios, é de se admirar. E se quiser entender a razão, receberá centenas de explicações. Melhor, então, deixar na lista das peculiaridades da cidade.
Por Bruna Tiussu Serra do Navio, 03 (AE)


A Lagoa Azul eh também conhecida como Lago da Mina T4.
Os moradores da vila, dizem que a lama desta lagoa possui alguns efeitos terapêuticos contra reumatismos, artrites, problemas dermatológicos, entre outros.


COMO CHEGAR
Para chegar a vila de Serra do Navio, só mesmo de trem. O que torna o passeio muito mais emocionante. Por meio de uma estrada de terra, onde poucos carros conseguem passar, a lagoa de águas azul anil está cercada por árvores de diferentes espécies.
Durante o entardecer, é possível ver as rochas que formam o fundo da Lagoa Azul. Com certeza valerá a pena você vir passear nesta beleza natural do Amapá.


ESTA EH A BANDEIRA DA CIDADE DE SERRA DO NAVIO, AMAPÁ


VALEU PELA VISITA - SEMPRE VOLTE























quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Amapá é uns dos únicos do País sem o uso de tornozeleiras eletronicas

Juiz do Tribunal do Júri diz que sem tornozeleiras eletrônicas a Justiça não tem como fiscalizar presos em regime domiciliar
TORNOZELEIRA 7O Amapá é um dos três estados brasileiros, assim como Bahia e Roraima, que não utilizam tornozeleiras eletrônicas no monitoramento de presos em regime de prisão domiciliar. O levantamento foi realizado pelo portal de notícias G1 durante o mês de junho. O juiz Luiz Nazareno Borges Hausseler, titular da Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Macapá, acredita na eficácia do equipamento e afirma que a falta dele faz com que o Judiciário fique impossibilitado de fazer fiscalização de presos em regime domiciliar “porque não tem material humano para isso”.
TORNOZELEIRA 4O magistrado explica que a modificação na Lei Processual, que legalizou a prisão domiciliar - já existia, mas não era usual - tornou essa modalidade mais frequente. “Porém, para isso o Poder Executivo teria que dar condições, e nessa crise que nós estamos vivendo, financeira e moral, e sendo os problemas da penitenciária não levados tão a sério como deveriam, acaba dificultando a prática do uso desse instrumento legal para determinar prisões domiciliares”, argumentou o Juiz Hausseler.



TORNOZELEIRA 3       A falta da tornozeleira eletrônica não determina a concessão ou não da prisão domiciliar, uma vez que o direito do cidadão deve ser respeitado independentemente do Estado oferecer condições de arcar com as despesas para compra dos equipamentos. “Como vamos acompanhar uma prisão domiciliar se não temos logística suficiente?", questionou. "A tornozeleira eletrônica viria facilitar porque à distância a gente consegue monitorar e saber se a pessoa se afastou por um determinado período do local onde deveria estar. Isso não vai influenciar nas nossas decisões, mas vamos ter um pouco mais de cuidado com relação a essas determinações”, explicou o juiz.

O titular da Vara do Tribunal do Júri acredita e defende o uso da tornozeleira eletrônica. “Não se trata de uma novidade do Brasil, mas uma realidade dos países mais avançados do mundo. Ela tem a sua eficácia. O problema é que no Brasil nós vivemos um período de altíssima corrupção e as próprias pessoas que monitoram o uso da tornozeleira eletrônica por meio de computadores, podem até ser corrompidas e depois fechar os olhos para esse monitoramento. Mas, ainda assim eu acredito que ela tem a sua eficácia e é muito possível de se fazer um acompanhamento bom desde que seja feito com muita responsabilidade”, defendeu Hausseler.


TORNOZELEIRA 5 O diretor do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen), Lucivaldo Costa, emitiu nota à imprensa confirmando que o Amapá “não dispõe de tornozeleiras eletrônicas, e que desde o mês de março de 2017 está com o termo de referência preparado, só que dependemos da liberação de recursos para aquisição dos equipamentos”.
A nota afirma também que o Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN) liberou recursos do Fundo Penitenciário Nacional (FUNPEN) para o Fundo Penitenciário do Amapá (FUNPAP) para esse fim, mas a compra não foi feita porque “não havia previsão orçamentária”.

FONTES: TJAP

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Justiça do Amapá realizará II Seminário Estadual de Adoção com foco na adoção tardia

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A Coordenadoria Estadual da Infância e Juventude do TJAP, realizará o II Seminário Estadual de Adoção com o tema “A Afetividade Como Matriz na Reconstrução do Conceito de Filiação”. O evento ocorrerá no dia 26 de junho, no Plenário do TJAP e as inscrições poderão ser efetuadas de 14 a 23 de junho através do Portal do TJAP.

O Seminário objetiva promover aprimoramento dos desafios da adoção no estado, nas suas múltiplas dimensões (psicológica, social, cultural e jurídica), encontrando os melhores meios para assegurar o direito à convivência familiar às crianças e adolescentes que tiveram esse laço rompido.
No Brasil, 19,7% das famílias interessadas em adotar procuram por crianças brancas, contudo 66,1% das crianças disponíveis para adoção são negras; 6% das famílias exigem crianças saudáveis, enquanto 25,3% das crianças têm algum problema de saúde. Durante o evento esses e outros elementos de entrave serão abordados.
“O Seminário versará sobre tópicos pertinentes às chamadas adoções necessárias, que são as tardias – de crianças mais velhas ou adolescentes e, dos que não se encaixam nos anseios e ideais dos pretendentes. Também será explanado sobre a funcionalidade e a eficácia de gestões públicas existentes para o segmento infantojuvenil e suas famílias, e o papel do Sistema de Justiça na garantia dos seus direitos”, destacou a desembargadora Pini, coordenadora da CEIJ/TJAP
Outro momento do evento será direcionado para a palestra “Abandono e Adoção no Brasil”, a ser ministrada pela Drª Lídia Weber, psicóloga e autora de onze livros, entre eles “Pais e filhos por adoção no Brasil: Características, Expectativas e Sentimentos”.

Fontes: TJAP

quarta-feira, 10 de maio de 2017

No Bairro Jardim de Deus: Associação lança projeto para aula de violão para moradores

A Associação de Moradores do Bairro Jardim de Deus - AMOJADEUS, Lançará neste sábado dia 13/05 ás 10h00min na Av. da Paz, Jardim de Deus I em uma Igreja Evangélica seu mais novo PROJETO SOCIOEDUCATIVO QUE TEM O NOME VIOLÃO PARA TODOS.




O Publico Alvo do projeto é os moradores dos Bairros Jardim de Deus I e II, e com a faixa etária dos 7 anos em diante.

OBJETIVO DO PROJETO

O objetivo Geral do Projeto é proporcionar aos moradores do bairro um sentimento levado ao lado cultural e o conhecimento em apreender a toca um instrumento, pois o bairro é bem distante do centro da cidade de santana e crianças e jovens muita das vezes não tem nada para fazer em a maioria das vezes encontram refurgio nas drogas, com a implantação do projeto vamos busca ocupa essas pessoas através do projeto. Destacou Helivanilton Ramos Vice presidente da Associação.

PARA PARTICIPAR DO PROJETO OS MORADORES NÃO PAGARAM NADA.


Fontes: Associação de Moradores do Bairro Jardim de Deus - AMOJADEUS


sábado, 22 de abril de 2017

Associação de Moradores do Bairro Jardim de Deus Lança Projeto de Balé de Graça para as crianças do Bairro.

O lançamento do Projeto Balé Comunitario, que é uma iniciativa da AMOJADEUS - Associação de Moradores do Bairro Jardim de Deus, atualmente presidida por Aimoré Reis e Helivanilton Ramos.

O projeto visa jovens em estado de vulnerabilidade social, onde trabalhará com as faixas etárias dos 5 aos 17 anos de idade (tantos do gênero feminino e masculino), a associação visa um publico de 50 a 70 pessoas nas faixas relacionadas acima, onde os dias de ensaios serão aos sábados em 2 turnos (Manhã e Tarde).
A responsável pelos ensaios será a profª Elaine Costa, uma jovens que agarrou junto a associação esta linda tarefa de ensaiar e organizar este lindo projeto.

OS PARCEIROS


Resultado de imagem para igreja do evangelho quadrangular Um dos parceiros do Projeto é a Igreja do Evangelho Quadrangular Situada no Bairro Jardim de Deus II, sendo esta pastorada pelo Pr. Charles dias e sua Esposa a Prª Lenice Magalhães. Vale desta a igreja do Evangelho Quadrangular disponibilizou para a Associação sua sede para ser realizado este brilhante projeto.

 O Projeto Anjos da Saúde, ajudará no acompanhamento da Saúde dos participantes do Projeto, onde contará com a ajuda dos médicos Dr. Renan Rosas e Dr. Victor Amoras.

Parabéns a todos. E sucesso no Projeto.

FONTES: AMOJADEUS

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Associação do Bairro Jardim de Deus Lança projeto para apoiar moradores desempregados

A AMOJADEUS - Associação de Moradores do Bairro Jardim de Deus, em Santana-Ap, lança um projeto voltado para os moradores desempregados do bairro.



O intuito do projeto e busca parcerias com empresas privadas que compreende a área metropolitana ( Macapá, Santana e Mazagão), a busca das "vagas" se dará através de parceria entre a Associação de moradores e as empresas.


Segundo os representantes da Associação o Sr. Aimoré Reis e o Sr. Helivanilton Ramos, o projeto visa proporcionar uma esperança aos moradores do bairro, onde a Associação preocupada com moradores que tem família e estão desempregado.
 " É difícil ver pais de famílias com experiencias e bons para o serviço passando necessidade por não terem um lugar para trabalhar" destacou Aimoré Reis. 


Visando busca melhores condições aos nossos moradores,o projeto esta sendo trabalhado pois o jardim de Deus encontra-se em uma área bem estratégica, estamos bem de frente com o Distrito industrial de santana - Ressaltou Helivanilton Ramos (vice-Presidente da AMOJADEUS).


COMO FUNCIONARÁ O PROJETO ?

O Projeto visa pega o curriculum dos moradores do bairro jardim de Deus I e II no dia 01 de Maio (Dia do Trabalhador), onde a Associação lançará oficialmente o projeto para toda a comunidade, em posse dos curriculum a Associação criará um banco de dados com esses curriculum, e quando surgirem vagas das mais variadas possíveis será feita as indicações para o preenchimento das mesmas.

A Associação disponibilizou em seu Site um local destinado ao projeto onde as pessoas poderão enviar de suas casas esses curriculum.


PARABÉNS PARA A ASSOCIAÇÃO PELA BELA INICIATIVA.

Site da Associação: Site oficial AMOJADEUS

Fontes: ASCOM/AMOJADEUS